Poemas


“Mar por mar é melhor ter o de Alzheimer que o de Parkinson, pois mais vale esquecer de pagar a cerveja do que entornar tudo no chão!”

 

“As vegetarianas não gritam quando tem um orgasmo…. Não querem dimitir que um pedaço de carne lhes dá prazer!”

 

“Depois dos 40 anos, a única coisa que o médico deixa um homem cume com gurdura, é a sua própria mue!”

 

“Amigo é iguar parafuso, a gente só sabe que é bom na hora do aperto!”

 

“Celulite , não é defeito.Os furinhos querem dizer “Eu sou gostosa”, em braille!”

 

“De nada adianta ter barriga de tanquinho, se a torneira não funciona!”

 

“Para que serve a beleza interior, se o pinto não tem oio?”

 

“Para não dize que tem coisa contra homem pançudo. Lá vai uma preles. Não é pança não, é pedestar pra suportar o coração que é muito do grande ”

 

”Se ao sair de casa e um pombo cagar em sua cabeça, relaxe e pense na perfeição da Mãe Natureza, que deu asas aos pombos e não às vacas.”

 

“Casamento é a única instituição onde se conquista a liberdade por mau comportamento.“

 

“Uma grande amizade tem que ser igual a uma bunda: tão unida …tão unida, que merda nenhuma separa.”

 

”Para as muier : Não fique à procura do Príncipe encantado. Prucure o Lobo Mar: ele te enxerga mior, te ouve mior e ainda te come menina.”

 

“Pobre é foda: sempre diz que não tem nada, mas quando chove diz que perdeu tudo.”

 

“O homem é o único animar que consegue estabelecer uma relação amigável com as vítimas que ele pretende cumer !”

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Eu, um brasileiro morando nos Estados Unidos da América, para ajudar no orçamento estou fazendo “bico” de babá… Ao cuidar de uma das meninas uma vez cantei “Boi da cara preta” para ela, antes dela dormir. Ela adorou e essa passou a ser a música que ela sempre pede para eu cantar ao colocá-la para dormir. Antes de adotarmos o “boi, boi, boi” como canção de ninar, a canção que cantávamos (em inglês) dizia algo como:

“Boa noite, linda menina, durma bem.
Sonhos doces venham para você,
Sonhos doces por toda noite”…
(Que lindo, não é mesmo !?)

Eis que um dia Mary Helen me pergunta o que as palavras da música “Boi da cara preta” queriam dizer em Inglês:

“Boi, boi, boi, boi da cara preta, pega essa menina que tem medo de careta…” (???).

Como eu ia explicar para ela e dizer que, na verdade, a música “Boi da cara preta” era uma ameaça, era algo como “dorme logo, pôxa, senão o boi vem te comer”? Como explicar que eu estava tentando fazer com que ela dormisse com uma música que incita um bovino de cor negra a pegar uma cândida menina? (mais…)

Pássaros no jardim cantam alegremente
Melodiosas canções, como as de um anjo benfazejo.
Fecho os olhos e ouço atentamente,
Esperando, assim, que se realize o meu desejo.

Nuvens no céu passam devagar,
Desabrocha uma flor, com o esplendor que ela possui.
Deitado na relva estou a contemplar,
A natureza que, em volta de mim, evolui.

Parado estou, esperando que a inspiração me tome,
Para lhe escrever um poema (ou, talvez, uma opereta).
Faria uma inteira escrevendo só seu nome
Com letras ouro nas asas de uma borboleta.

As nuvens se juntam e ameaça chover,
De meu lugar não saio, nada tenho a temer.
Vejo-a aproximando-se, para o meu dia enternecer
E, com seu brilho, começa a tudo iluminar.

Iluminação esta que afasta a chuva,
E isto o fazes em meu prol.
Seu amor cai em mim como uma luva,
Sem dúvida, és meu raio de sol…

Um poema sobre as estações escrevo agora,
Mas escrever poemas sem pensar em você, não sei.
Posso, entretanto, mesclar os dois; o que faço sem demora,
Comparando-lhe à cada estação, é isso o que farei.

Na primavera, és a suave brisa matutina,
Que me aquece, quebrando a friúra.
Em meio à brisa, posso sentir sua presença feminina,
A qual me inspira e acaba com minha agrura.

No verão és os raios dourados do entardecer,
Colores a atmosfera e deixa o céu rosado.
O pôr do sol se faz, então, e começa a anoitecer,
E de frente para o crepúsculo, sinto mais apaixonado.

No outono és a bruma noturna que anuncia o inverno,
E para nos aquecermos, ficamos juntos e abraçados.
Não há nada que me acalente mais que esse seu abraço terno,
Com ele você me envolve, e estamos afeiçoados.

Chegou o inverno com suas noite frias,
E você é a esperança da primavera que já vem.
A primavera é o renascimento, mas disso já sabias;
Pois em que melhor época poderias vir ao mundo, meu bem?

Começo este poema sem saber o que escrever.
Poderia falar sobre o amor ou a paixão,
Citaria todos os sentimentos contidos em meu coração;
Mas sobre isso já escrevi. Você já deve saber!

A natureza? Sim, quem sabe? Talvez…
Ah, mas aí você diria: Ora André, sobre isso você já fez!
Que coisa! Sobre o que escreveria, então?
No momento não sei. Acho que me falta inspiração.

Mas a inspiração não se cria, recebe-se.
Por isso, é que deve estar tão difícil, percebe?
Já sei! Preciso de alguém que me forneça essa inspiração.
Poderia ser você, e para isso eu precisaria apenas de sua aproximação.

Mas você de mim está tão distante…
Acho que vou parar de escrever, pelo menos por um instante.
Mas e a imaginação? Com ela posso fazer uma tentativa;
Pois você sempre aparece em meus sonhos como uma esplendorosa diva.

Funcionou! Vejo o brilho de seu olhos cintilando como as estrelas,
A paixão toma conta de mim, me permitindo vê-las.
Sinto o aroma da felicidade me rodeando rapidamente,
E é incrível a velocidade com que as palavras surgem em minha mente.

Mas o tempo é curto e tenho que lutar contra as horas,
Mas tenho tempo suficiente para dizer que seus lábios assemelham-se às amoras.
Digo também que seu meigo sorriso me lembra as noites de luar,
E que escrevi estas estrofes sem ter muito o que pensar.

A inspiração veio rápido, bastou em você me concentrar;
Se ao meu lado você estivesse, mais lindo esse poema iria ficar.
Acabou meu tempo, e infelizmente não posso continuar;
Afinal, eu lhe disse que contra as horas tinha que lutar.

Mas não fique triste por causa disso,
Eu vou, mas volto. Pode contar com isso.
Então, me espere sem ansiedade nem dilema,
Pois voltarei a lhe escrever um outro poema.

Sinto falta de sua companhia…

Sinto falta dos dias em que fomos felizes e contentes,
Tranqüilos a andar abraçados por jardins e campos floridos.
Sua beleza me encantava os dias existentes;
Mas hoje me abandonaste, e não sei porque nem somos mais amigos.

Sinto falta de sua companhia…

Sinto falta do aroma que exalava de teus poros,
Do brilho radiante que lhe envolvia quando sorrias.
Sinto falta de teus carinhos tão amorosos;
Mas hoje, não existem mais tão belos dias.

Sinto falta de sua companhia…

Sinto falta do amor que por mim dizias ter,
Bem como o pulsar de nossos corações em uma só cadência.
Agora nada mais queres me dizer;
E maltrata-me, assim, com essa sua ausência.

Sinto falta de sua companhia…

Sinto falta dos olhares apaixonados que me dirigias,
Assim como suas carícias que traduziam a paixão.
Hoje por mim nada mais farias,
Além de deixar-me na mais profunda desolação.

Triste sina daquele que ama verdadeiramente;
Principalmente quando se é desprezado pela mulher, à quem um dia entregou seu coração.
O nome dela, mesmo tarde da noite, se recusa a deixar-lhe a mente,
Como se tivesse prazer em vê-lo na mais profunda solidão.

Continuo sentindo a sua falta…

Hoje acordei deveras cedo.
Alegre e contente, pronto para uma façanha,
Resolvi empenhar-me numa empreitada sem medo.
Saí de casa disposto a conquistar uma montanha.

A subida foi difícil e árdua, mas o final compensou.
No topo eu cheguei e vi uma coisa deslumbrante:
A paisagem mais linda que, ao meu ver, ninguém jamais sonhou;
De fato, a visão que tive era mesmo estonteante.

Pelos primeiros raios de sol tive o rosto aquecido;
O perfume da relva orvalhada pelo sereno da noite era exalado.
Não consigo imaginar por que tão belo lugar foi, por mim esquecido;
A coloração rubra do local me deixou mesmo extasiado.

De repente, senti que algo me faltava…
De um lado para o outro procurei assustado;
Percebi, então, que lá não estava aquela a quem eu amava;
E de nada a paisagem servia, se você não estava ao meu lado.

De que adianta as maravilhas da natureza?
A perfeição não se completa quando você não está comigo;
E o que antes era alegria, transformara-se agora em tristeza.

No mesmo instante, vejo-a andando em minha direção;
Bela e vistosa num lindo vestido esvoaçante.
Essa visão me paralisa, e por um momento fico sem ação,
Mas logo me recompus e corri até você num instante.

Abracei-lhe forte e beijei-a apaixonadamente;
Comecei a ouvir o canto dos pássaros saudando nossa união.
As flores desabrochavam, exalando todos os perfumes existentes;
Era a natureza reagindo alegre à nossa paixão.

Os raios de sol brilhavam mais intensamente,
Iluminavam seu rosto que ficava, então, dourado.
Só que eles não ofuscavam o seu brilho resplandecente,
Que, com amor e paixão, alegram esse seu amado.

Sentados juntos no topo da montanha vemos a natureza se manifestar,
Observamos as ondas do mar baterem nas pedras com vigor.
As nuvens no céu começaram, então, a bailar,
Tudo como se fosse a apreciação divina de nosso amor.

Qualquer um pode escrever poemas sobre a natureza.
Qualquer um pode escrever poemas sobre a paixão,
E digo isso cheio de razão e certeza;
Só quem viveu essa experiência, como eu, pode ter tal inspiração…

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