Alvo alvo distante,
que minhas mãos não alcançam.
Linda seda, linda forma,
Linda em você!

Alva que se ilumina,
no calor da escuridão.
Posso ver-te em relevo,
quadro pintado pelas sombras.

Quero chegar mais perto,
sentir a textura ofengante.
Quero ver-te molhada,
nua, amargo desejo.

Nem o Sol que te castigas,
nem a Lua que te faz brilhar.
Doce morada minha, menina,
Porque não me convidas?

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