Não há mágica na noite,
só sonham os que sabem disso.
Nem há mágica no dia,
a sombra da nossa estrela.

Frio que compadece,
os que se preocupam com ele.
Calor que refugia,
os que já esqueceram da noite.

Nem há mágica nas estrelas,
mirantes da nossa insignificância,
E a Lua sabe de nós,
que não sabemos por que!

Não se olha para o alto,
sem que se sinta limitado.
Nem se olha para o chão,
algoz que nos limita.

E em alguma outra estrela,
alguém olha para cá…

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