Não estou falando desta vez dos emoticons insuportáveis que transformaram a leitura em um jogo de decodificação, mas as declarações de amor, saudades, empolgação traduzidas através do apelido.

O espaço “nome” foi criado pela Microsoft para que você digite O NOME que lhe foi dado no batismo. Assim seus amigos aparecem de forma ordenada e você não tem que ficar clicando em cima dos mesmos pra descobrir que “Vendo Abadá do Chiclete e Ivete” é na verdade Tiago Carvalho, ou “Ainda te amo Pedro Henrique” é o Messenger de Marcela Cordeiro. Mas a melhor parte da brincadeira é que normalmente o apelido diz muito sobre o estado de espírito e perfil da pessoa. Portanto, toda vez que você encontrar um apelido desses por aí, pare para analisar que você já saberá tudo sobre a pessoa…

“A-M-I-G-A-S o fim de semana foi perfeito!!!” acabou de entrar. Essa com certeza, assim como as amigas piriguetes (perigosas), terminou o namoro e está encalhadona. Uma semana antes estava com o apelido “O fim de semana promete”. Quer mostrar pro ex e pros peguetes (perigosos) que tem vida própria, mas a única coisa que fez no fim de semana foi encher o rabo de Balalaika, Baikal e Velho Barreiro e beijar umas bocas repetidas.

O pior é que você conhece o casal e está no meio desse ‘tiroteio’, já que o ex dela é também conhecido seu, entra com o apelido ” Hoje tem mais balada!”, tentando impressionar seus amigos e amigas e as novas presas de sua mira, de que sua vida está mais do que movimentada, além de tentar fazer raiva na ex. “Polly em NY” acabou de entrar. Essa com certeza quer que todos saibam que ela está em uma viagem bacana. Tanto que em breve colocará uma foto da 5ª Avenida no Orkut com a legenda “Eu em Nova York”. Por que ninguém bota no Orkut foto de uma viagem feita a Praia-Grande, SP?

“Quando Deus te desenhou ele tava namorando” acabou de entrar. Essa pessoa provavelmente não tem nenhuma criatividade, gosto musical e interesse por cultura. Só ouve o que está na moda e as mais tocadas nas paradas de sucesso. Normalmente coloca trechos como “Diga que valeuuu” ou “O Asa Arreia” na época do carnaval.

“Por que a vida faz isso comigo?” acabou de entrar. Quando essa pessoa entrar bloqueie imediatamente. Está depressiva porque tomou um pé na bunda e irá te chamar pra ficar falando sobre o ex.

“Maria Paula ocupada prá c**” acabou de entrar. Se está ocupada prá c**, por que entrou cara-pálida? Sempre que vir uma pessoa dessas entrar, puxe papo só pra resenhar; ela não vai resistir à janelinha azul piscando na telinha e vai mandar o trabalho pro espaço. Com certeza.

“Paulão, quero você acima de tudo” acabou de entrar. Se ama compre um apartamento e vá morar com ele. Uma dica: Mulher adora disputar com as amigas. Quanto mais você mostrar que o tal do Paulão é tudo de bom, maiores são as chances de você ter o olho furado pelas suas amigas piriguetes (perigosas).

“Marizinha no banho” acabou de entrar. Essa não consegue mais desgrudar do MSN. Até quando vai beber água troca seu apelido para “Marizinha bebendo água”. Ganhou do pai um laptop pra usar enquanto estiver no banheiro, mas nunca tem coragem de colocar o apelido “Marizinha matriculando o moleque na natação”.

” < . ººº< . ººº< / @ || e $ $ ! || |-| @>ªªª .>ªªª>” acabou de entrar. Essa aí acha que seu nome é o Código da Vinci pronto a ser decodificado. Cuidado ao conversar: ela pode dizer “q vc eh mtu déixxx, q gosta di vc mtuXXX, ti mandá um bjuXX”.

“Galinha que persegue pato morre afogada” acabou de entrar. Essa ai tomou um zig e está doida pra dar uma coça na piriguete que ta dando em cima do seu ex. Quando está de bem com a vida, costuma usar outros apelidos-provérbios de Dalai Lama, Lair de Souza e Cia.

“VENDO ingressos para a Chopada, Camarote Vivo Festival de Verão, ABADÁ DO EVA, Bonfim Light, bate-volta da vaquejada de Serrinha e LP” acabou de entrar. Essa pessoa está desesperada pra ganhar um dinheiro extra e acha que a janelinha de 200 x 115 pixels que sobe no meu computador é espaço publicitário.

“Me pegue pelos cabelos, sinta meu cheiro, me jogue pelo ar, me leve pro seu banheiro…” acabou de entrar. Sempre usa um provérbio, trecho de música ou apelidos sedutores. Adora usar trechos de funk ou pagode com duplo sentido. Está há seis meses sem dar um tapa na macaca e está doida prá arrumar alguém pra fazer o servicinho.

“Danny Bananinha” acabou de entrar. Quer de qualquer jeito emplacar um apelido para si própria, mas todos insistem em lhe chamar de Melecão, sua alcunha de escola. Adora se comparar a celebridades gostosas, botar fotos tiradas por si mesma no espelho com os peitos saindo da blusa rosa. Quer ser famosa. Mas não chegará nem a figurante do Zorra Total.

Bom é isso, se quiserem escrever alguma mensagem, declaração ou qualquer coisa do tipo, tem o campo certo em opções “digite uma mensagem pessoal para que seus contatos a vejam” ou melhor, fica bem embaixo do campo do nome!

– Aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina. (5 anos)
– Aprendi que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso. (8 anos)
– Aprendi que minha professora sempre me chama quando eu não sei a resposta. (9 anos)
– Aprendi que se pode estar apaixonado por 4 garotas ao mesmo tempo. (9 anos)
– Aprendi que os meus melhores amigos são os que sempre me metem em confusão. (11 anos)
– Aprendi que se tenho problemas na escola, tenho mais ainda em casa. (11 anos)
– Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe manda eu arrumá-lo. (13 anos)
– Aprendi que não se deve descarregar suas frustrações no seu irmão menor, porque seu pai tem frustrações maiores e mão mais pesada. (15 anos)
– Aprendi que os grandes problemas sempre começam pequenos. (20 anos)
– Aprendi que nunca devo elogiar a comida de minha mãe quando estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou. (25 anos)
– Aprendi que se pode fazer num instante algo que vai lhe dar dor de cabeça a vida toda. (28 anos)
– Aprendi que para todo o lugar que vou, os piores motoristas me seguem. (29 anos)
– Aprendi que casais que não tem filhos, sabem melhor como você deve educar os seus. (29 anos)
– Aprendi que é mais fácil fazer amigo do que se livrar dele. (30 anos)
– Aprendi que mulheres gostam de ganhar flores, especialmente sem nenhum motivo. (33 anos)
– Aprendi que não cometo muitos erros com a boca fechada. (34 anos)
– Aprendi que existem duas coisas essenciais para um casamento feliz: contas bancárias e banheiros separados. (36 anos)
– Aprendi que se quiser ser convidado a festas, tenho que dá-las. (38 anos)
– Aprendi que toda a vez que estou viajando gostaria de estar em casa e toda vez que estou em casa gostaria de estar viajando. (38 anos)
– Aprendi que a época que preciso realmente de férias é justamente quando acabei de voltar delas. (38 anos)
– Aprendi que nunca se conhece bem os amigos até que se tire férias com eles. (41 anos)
– Aprendi que se você está levando uma vida sem fracassos, você não está correndo riscos o suficiente. (42 anos)
– Aprendi que casar por dinheiro é a maneira mais difícil de conseguí-lo. (42 anos)
– Aprendi que você pode fazer alguém ganhar o dia simplesmente mandando-lhe um pequeno cartão. (44 anos)
– Aprendi que a qualidade de serviço de um hotel é diretamente proporcional a espessura das toalhas. (46 anos)
– Aprendi que crianças e avós são aliados naturais. (47 anos)
– Aprendi que se você cuidar bem de seus empregados, eles cuidarão bem e seus clientes. (49 anos)
– Aprendi que quando chego atrasado ao trabalho, meu patrão chega cedo. (51 anos)
– Aprendi que o objeto mais importante de um escritório é a lata de lixo. (54 anos)
– Aprendi que é impossível tirar férias sem engordar cinco quilos. (55 anos)
– Aprendi que é legal curtir o sucesso, mas não se deve acreditar muito nele. (63 anos)
– Aprendi que não posso mudar o que passou, mas posso deixar pra lá. (63 anos)
– Aprendi que a maioria das coisas com que me preocupo, nunca acontecem. (64 anos)
– Aprendi que todas as pessoas que dizem que “dinheiro não é tudo” geralmente tem muito. (66 anos)
– Aprendi que se você espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais. (67 anos)
– Aprendi que nunca você deve ir para cama sem resolver uma briga. (71 anos)
– Aprendi que quando as coisas vão mal, eu não tenho que ir com elas. (72 anos)
– Aprendi que envelhecer é importante se você é um queijo. (76 anos)
– Aprendi que te amei menos do que deveria. (91 anos)
– Aprendi que tenho muito a aprender. (92 anos)

Errado: “Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro.”
Certo: “Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro.”

Errado: “Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.”
Certo: “Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.”

Errado: “Cor de burro quando foge.”
Certo: “Corro de burro quando foge.”

Errado: “‘Quem tem boca vai a Roma.”
Certo: “Quem tem boca vaia Roma.” (Isso mesmo, o verbo aqui é vaiar.)

Errado: “Cuspido e escarrado.”
Certo: “Esculpido em Carrara.” (Carrara é um tipo de mármore.)

Errado: “‘Quem não tem cão, caça com gato.”
Certo: “Quem não tem cão, caça como gato.” (Ou seja, sozinho.)

APELIDOS
– Se Adriana, Silvana, Débora e Luciana vão almoçar juntas, elas chamarão umas às outras de Dri, Sil, Dé e Lu.
– Se Leandro, Carlos, Roberto e João saem juntos, eles afetuosamente se referirão uns aos outros como Gordo, Cabeção, Rato e Negão.

COMENDO FORA
– Quando a conta chega, Paulo, Carlos, Roberto e João jogam na mesa R$ 20,00 cada um, mesmo sendo a conta apenas R$ 32,50. Nenhum deles terá trocado e nenhum vai ao menos admitir que quer troco – logo o troco será convertido em saideiras.
– Quando as garotas recebem sua conta, aparecem as calculadoras de bolso e todas procuram pelas moedinhas exatas dentro da bolsa.

FILMES
– A idéia que uma mulher faz de um bom filme é aquele em que uma só pessoa morre bem devagarzinho, de preferência por amor.
– Um homem considera um bom filme aquele em que muita gente morre bem depressa, se possível com balas de metralhadora ou em grandes explosões.

DINHEIRO
– Um homem pagará R$ 2,00 por um item que vale R$ 1,00, mas que ele precisa.
– Uma mulher pagará R$ 1,00 por um item que vale R$ 2,00, mas que ela não precisa.

BANHEIROS
– Um homem tem seis itens em seu banheiro: escova de dentes, pente, espuma de barbear, barbeador, sabonete e uma toalha de hotel.
– A quantidade média de itens em um banheiro feminino é de 756. E um homem não consegue identificar a maioria deles.

DISCUSSÕES
– Uma mulher tem a última palavra em qualquer discussão.
– Por definição, qualquer coisa que um homem disser depois disso, já é o começo de uma outra discussão.

FUTURO
– Uma mulher se preocupa com o futuro até conseguir um marido.
– Um homem nunca se preocupa com o futuro até que consiga uma esposa.

MUDANÇAS
– Uma mulher casa-se com um homem esperando que ele mude, mas ele não muda.
– Um homem casa-se com uma mulher esperando que ela não mude, mas ela muda.

DIVIDINDO
– Uma mulher dividirá seus pensamentos e sentimentos mais profundos com um completo estranho que lhe dê atenção.
– Um homem só dividirá seus pensamentos e sentimentos mais profundos quando questionado por um advogado artimanhoso, sob juramento, e mesmo assim, apenas quando isso puder diminuir a sua pena.

AMIZADE
– A mulher encontra com outra na rua: ‘Nossa como você tá linda!!!’. Quando viram as costas vêm o comentário : ‘Nossa como ela tá gorda!’
– Um homem encontra com outro na rua: ‘Fala seu gordo-careca- bichona!!!’ Quando viram as costas vem o comentário: ‘pô esse cara é gente fina!’

1) Se ele se interessou, ele liga!

É isso mesmo. Quando o cara quer, não tem falta de tempo, projeto importante, morte da tia ou trâsito maluco que o impeça de te convidar para sair.

2) Passou uma semana sem ouvir notícias dele?

Esqueça, parta para outro! Ligar para saber se está tudo bem, nem pensar Homem que está perdido merece ser encontrado morto no apartamento, e pelo zelador do prédio.

3) Vocês saíram e ele não ligou mais.

Foi porque você deu? Ou foi porque você não deu? Na verdade, pouco importa. Se o que ele estava a fim era de sexo, e rolou, ótimo! Sexo é como pizza: é bom até quando é ruim. Mas se você não deu, ele provavelmente não te procurou mais porque achou que ia dar muito trabalho. Ou seja, pare de se atormentar porque transou ou não! Duas lições: dar uma de difícil depois de uma certa idade já era. É ridículo fazer tipo.E, além do mais, você vai se arrepender de ter dado ou de não ter dado.

4) Homem comprometido?

Diga não! A relação dele está em crise, só falta oficializar o fim? Ótimo! Se ele quiser continuar infeliz, dane-se! Senão, ele termina de uma vez e depois te procura. Combinado?

5) Ouviu aquela clássica: “Você é boa demais pra mim!”?

Acredite! é mesmo! Descarte o cidadão e pare de bancar a Madre Tereza de Calcutá.

6) Não tente!

Não dá para namorar um cara pelo qual você não tem um mínimo de admiração.

7) Ele te traiu?

Não continue com um cara que te chifrou, se você não aguentar a onda de ser traída de novo. E olho vivo, se ele já foi infiel com outras. A gente sempre acha que com a gente vai ser diferente. Esqueça! Nunca é! E atenção: a fila anda!

No confessionário, chega o pequenino (mas velho conhecido) Joãozinho e confessa:

– Padre, eu pequei. Fui seduzido por uma mulher casada que se diz séria.

– És tu, Joãozinho?

– Sou, Sr. Padre, sou eu.

– E com quem estivestes tu?

– Padre, eu já disse o meu pecado… Ela que confesse o dela.

-Repara, mais tarde ou mais cedo eu vou saber, assim é melhor que me digas agora. Foi a Isabel Fonseca?

– Os meus lábios estão selados.

– A Maria Gomes?

– Por mim, jamais o saberá…

– Ah! A Maria José?

– Não direi nunca!!!

– A Rosa do Carmo?

– Padre, não insista!!!

– Então foi a Catarina da pastelaria, não?

– Padre, isto não faz sentido.

O Padre rói as unhas desesperado e diz-lhe então:

– És um cabeça dura, Joãozinho, mas no fundo do coração admiro a tua reserva. Vai rezar vinte Pais-Nossos e dez Ave-Marias.. . Vai com Deus, meu filho…

Joãozinho sai do confessionário e vai para os bancos da igreja. O seu amigo Maneco desliza para junto dele e sussurra-lhe:

– E então? Conseguiu?

– Consegui. Tenho cinco nomes de mulheres casadas que dão para todo mundo.

Passei por duras provas para conseguir meu diploma na escola da vida. Mas para entender as mulheres é preciso um estágio. Nesse quesito, eu sou um entusiasta da filosofia gelol: “Não basta ter pau, tem que participar!” Por isso, aceitei o desafio de passar um dia com um modess na cueca. A primeira menção do assunto modess me causa uma vontade de gargalhar irracional. Pois eu resolvi que já era hora de encarar esse trauma de forma mais íntima.

O primeiro passo foi comprar a pequena fralda na farmácia. Isso foi fácil. Na verdade, foi até divertido. Fiquei torcendo pra mulher do caixa perguntar, e eu responder de forma bem “casual”: “É pra sua namorada? “Não. É pra mim!” Só que ninguém nem tchuns, o que prova que as meninas ficam constrangidas à toa. Na verdade, menstruar é uma parada normal. Acontece nas melhores famílias. Comprei um não-sei-o-que “mini”. Não ligo pra grifes, ainda mais de modess. Mas nesse caso, o que importava era o tamanho. E era mini. Porque, se é pra eu fazer esse papel de usuário de absorventes, pelo menos que eu não passe por arrombado. E a diferença de bitola entre o mini e o super é significativa, o que me fez pensar sobre como algumas mulheres são maiores que as outras… Bom, comprei também um tablete Valda pra dar uma dechavada básica e fui pra casa realizar o sacrifício que me tornaria um membro da classe masculina mais compreensiva com o sexo oposto.

Chegando em casa, fui tentar abrir o pacote. Impulsivo por natureza, o homem não se dá ao trabalho de procurar linhas pontilhadas e, assim sendo, comecei abrindo errado. A abertura na horizontal tem um porquê, se adapta melhor à bolsa e deixa o absorvente mais à mão no caso de uma enxurrada inesperada. Mas eu ignorei, pois não uso bolsa. Ao retirar a peça do invólucro, você tem que descolar uma abinha para grudar na roupa íntima. Se a menstruação em si não lhe deixar “incomodada”, essa almofada intrusa no seu chakra genital com certeza vai. Calculei que o centro do modess ficasse na altura da “terra de ninguém”, de forma que ele não invadisse o território peniano. O saco reclamou um pouco, já que não se tratava de uma cueca duplex com teto solar. Um pouco de paciência e um pequeno remanejamento espacial e tudo estava resolvido.

A primeira coisa que se pensa ao compor o modelão usando absorventes externos é: “Será que está marcando?”. Por isso é essencial que você faça tudo com a companhia de um aliado. Assim, você vai poder contar com um correspondente nos países baixos, que vai lhe avisar caso o modess cisme em querer se destacar na sua bunda.

Ao sair de casa, fingi que não tinha um objeto parasitário ultrajando a minha intimidade. Mas parece que está piscando um outdoor na sua testa avisando “estou de chico”. E eu nem tava! Que absurdo… Até encontrar seu aliado(a), é sempre bom dar uma conferida nos reflexos que você encontrar pelo caminho, como espelhos e vitrines, pra ver se está marcando. Foda-se a queda na bolsa de Tóquio ou a reforma ministerial. O que importa é que ninguém perceba que você está naqueles dias. E a preocupação é uma constante. Não dá pra esquecer que seu fundilho está acolchoado.

Ao final de minha jornada, foi um alívio tirar o cuecão e zunir o modess no lixo. Claro que eu tive o cuidado de dobrá-lo e escondê-lo no canto do lixo, antes, envolvendo com muito papel higiênico para que ninguém se deparasse com aquele objeto indesejável depois do almoço. Daí eu entendi por que às vezes tem um montinho de papel enrolado num canto da cestinha do banheiro. Iuch!

Se eu tivesse que usar isso a cada ciclo, ia ter uma crise pré-menstrual que ia durar uns trinta dias por mês. E as mulheres nem ganham adicional por insalubridade.